Hospital Santa Terezinha de Erechim fortalece a operação 100% SUS com mais disponibilidade, performance e segurança no Tasy SaaS
Desafio:
Garantir continuidade, performance e segurança para uma operação hospitalar de alta criticidade, especialmente em urgência e emergência, após vivenciar um episódio de indisponibilidade do sistema e enfrentar a complexidade de sustentar a infraestrutura local sem desviar a TI do foco no negócio e no cuidado ao paciente.
Resultados
- Mais disponibilidade e confiança para sustentar a operação hospitalar
- Sistema mais ágil e com ganho perceptível de performance
- Acesso em tempo real a dados que apoiam decisões em urgência e emergência
- Redução da carga operacional da TI, com mais foco em melhoria de processos
- Mais agilidade e segurança para a enfermagem e para a assistência ao paciente
O cenário de um hospital que não pode parar
O Hospital Santa Terezinha de Erechim ocupa um papel essencial na saúde pública do norte do Rio Grande do Sul. Com quase 180 leitos, 20 leitos de UTI adulto e 10 de UTI neonatal, a instituição é referência em urgência e emergência para os municípios da região. Em um contexto 100% SUS, a necessidade de eficiência, disponibilidade e resposta rápida não é apenas importante, é vital.
Em uma operação como essa, cada minuto conta. A gestão precisa enxergar o hospital em tempo real, a assistência precisa confiar no sistema e a TI precisa garantir que tudo funcione com estabilidade. Foi nesse cenário que o Tasy SaaS em cloud passou a ter papel estratégico: mais do que uma mudança tecnológica, a migração representou uma nova forma de sustentar a operação hospitalar com segurança, previsibilidade e evolução contínua.
Quando a indisponibilidade deixa de ser um risco e vira um trauma operacional
Para um hospital de grande porte, especialmente no contexto SUS, a indisponibilidade de um sistema não é apenas um problema técnico. Ela afeta fluxos, decisões, segurança e a própria capacidade de atendimento.

“Nós tivemos um incidente que gerou 36 horas de indisponibilidade aqui para o hospital. Isso é algo muito traumático.” Andrews Moro, Coordenador de TI
O impacto foi imediato. A equipe precisou agir sob forte pressão para restabelecer o serviço e, ao mesmo tempo, lidar com um cenário que obrigou a instituição a voltar ao papel e a processos manuais. “Um hospital que estava acostumado a trabalhar com o sistema de gestão passa a ter que voltar para os primórdios, para o papel e para processos que não têm a segurança que o sistema hoje traz para nós.” complementa Andrews.
A experiência deixou clara uma verdade que muitos hospitais conhecem bem: disponibilidade é o primeiro requisito para qualquer estratégia digital em saúde.
A decisão por um novo modelo
Diante desse cenário, a instituição entendeu que não bastava apenas manter um sistema em funcionamento. Era preciso reduzir a complexidade da operação tecnológica e ganhar mais confiança para crescer.
“A gente entendeu que o Tasy SaaS seria a solução dos nossos problemas, porque fornece algo que nenhum outro tipo de modalidade de infraestrutura fornece, que é o suporte direto do fabricante.” Andrews Moro, Coordenador de TI
Foi aí que o modelo SaaS fez sentido de forma concreta. Em vez de concentrar esforços em licenças, infraestrutura, disponibilidade, atualizações e sustentação do ambiente, o hospital passou a contar com um serviço gerenciado, capaz de dar mais previsibilidade à operação e liberar energia interna para o que realmente importa: o cuidado ao paciente.
Na prática, o Tasy SaaS passou a representar algo maior do que tecnologia. Passou a significar tranquilidade operacional, segurança e evolução contínua.
Dados em tempo real para decidir melhor
Em um hospital com grande volume de atendimentos, a capacidade de enxergar a operação em tempo real é decisiva para uma gestão mais eficiente.

“No mesmo instante em que está acontecendo o atendimento, eu consigo ver dados como o tempo de espera por tipo de classificação, por faixa etária, por horário e assim nos ajuda a criar políticas e tomar decisões baseadas nos dados que a gente vê do sistema.” Rafael Martins Ayub, Diretor Executivo
Essa visibilidade transforma a forma de administrar. Em vez de reagir depois, a gestão passa a agir com base em indicadores vivos da operação. Isso fortalece o planejamento, melhora a tomada de decisão e ajuda o hospital a responder com mais precisão às demandas da população. Ao mesmo tempo, o sistema também sustenta a gestão como um todo.
“Desde lá do pedido de compra, do cadastro de todos os fornecedores, dos insumos que são utilizados, da análise do estoque, da análise de equipamentos que a gente precisa fazer manutenção, tudo, completamente tudo, é feito por um sistema só.” explica Rafael Martins.
Uma mudança quase invisível para o usuário, mas muito perceptível na performance
Um dos sinais mais claros de que o projeto deu certo foi a experiência do usuário. Mesmo com a comunicação prévia sobre a mudança, a percepção interna foi de continuidade, com uma diferença importante: o sistema ficou melhor.
Como explica Andrew, “O grande indicativo que esse projeto foi um sucesso foi que muita gente, apesar de a gente ter comunicado previamente que haveria esse processo, não notou diferença nenhuma. O que ele percebeu foi que o sistema estava mais ágil, ele estava mais responsivo, ele estava com uma melhoria de performance muito grande.”
Esse tipo de resultado é especialmente relevante em saúde. Quando a tecnologia funciona bem, ela não chama atenção para si; ela simplesmente permite que o hospital trabalhe melhor, com menos atrito e mais fluidez.
Menos peso para a TI, mais espaço para melhorar processos
Outro ganho importante apareceu dentro da própria área de tecnologia. Ao aliviar a carga operacional ligada à sustentação do ambiente, o hospital abriu espaço para uma TI mais estratégica e mais próxima das áreas assistenciais.
Essa mudança de foco é central na proposta do SaaS: a TI deixa de ser absorvida por incidentes, manutenção e infraestrutura e passa a contribuir mais diretamente para eficiência operacional, qualidade assistencial e segurança do paciente.
A assistência também ganha agilidade e segurança
Na ponta do cuidado, os impactos do Tasy também são percebidos com clareza, especialmente pela enfermagem e pelas equipes assistenciais. E um dos maiores impactos é percebido na agilidade das respostas necessárias para o atendimento e assistência ao paciente. O efeito aparece em diferentes momentos do cuidado: admissão, anamnese, sinais vitais, prescrição, checagem de medicação e alertas clínicos. Mais do que automatizar tarefas, o sistema se consolida como ferramenta de apoio à prática clínica.

“O sistema não vem para atrapalhar ou para eliminar a avaliação humana do paciente, da prescrição. Ele é uma ferramenta que vem para auxiliar.” Enf. Liandra Angela Munarini, Superintendente Assistencial
Essa é uma mudança importante de percepção: a tecnologia não substitui o cuidado, mas fortalece a capacidade dos profissionais de atuar com mais segurança, rastreabilidade, confiança e rapidez.
Conclusão
No Hospital Santa Terezinha de Erechim, a jornada com o Tasy SaaS mostra que a transformação digital em saúde só faz sentido quando melhora a operação e protege o cuidado. Em uma instituição 100% SUS, referência para a região e pressionada por demandas críticas de urgência e emergência, disponibilidade, performance e confiança deixaram de ser diferenciais para se tornarem requisitos básicos.
Ao adotar o modelo SaaS, o hospital passou a contar com uma base mais segura e estável para sustentar sua operação, ganhar visibilidade em tempo real, reduzir a sobrecarga da TI e ampliar a agilidade da assistência. O resultado é uma instituição mais preparada para evoluir continuamente, com tecnologia a serviço da gestão, da equipe e, principalmente, do paciente.
No fim, o ganho mais relevante é justamente esse: em vez de gastar energia gerenciando complexidade tecnológica, o hospital pode concentrar esforços em entregar um atendimento mais seguro, mais eficiente e mais humano para quem mais precisa.