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4 tecnologias de outras indústrias que ajudam na gestão hospitalar

Existem diversas ferramentas que ajudam a transformar empresas de varejo, tecnologia, serviços financeiros, entre outras, que seriam bastante pertinentes se inseridas no mercado da saúde. Ajudando a otimizar a gestão do hospital e os serviços por ele oferecidos. Quando essas instituições consideram com maior interesse as ideias inovadoras que tanto contribuem para o sucesso de outros setores, elas podem visualizar o quanto esses recursos podem ajudar a proporcionar uma experiência melhor aos pacientes, a reduzir custos, trazer eficiência, etc.

Abaixo listaremos 4 possibilidades de investimentos tecnológicos que podem transformar de maneira surpreendente uma instituição de saúde, contribuindo para uma gestão hospitalar otimizada e maior fluidez para a organização. Vale a pena conferir.

1. Experiência Omnichannel

O objetivo da tecnologia Omnichannel é oferecer ao cliente experiências perfeitas em todas as situações em que ele tiver contato com uma empresa, seja no momento da compra, de um eventual atendimento de suporte, entre outros.

No caso do mercado varejista, por exemplo, através dessa tecnologia, as empresas são capazes de integrar a experiência tida pelo consumidor dentro da loja física a experiência tida online a partir de seus smartphones. Dessa forma, a possibilidade de ações possíveis para o consumidor torna-se muito mais ampla e completa. Ele poderá usar o aplicativo da marca para procurar cupons ou receber promoções que são condizentes com seus desejos diretamente no dispositivo quando dentro da loja; poderá tirar dúvidas ou pagar pelos produtos comprados sem que precise se dirigir ao caixa, etc.

Outra característica da tecnologia Omnichannel é que, por ser automatizada, a empresa que a adota tem também a oportunidade de aplicar de forma inteligente os dados constantemente captados pela solução. Podendo criar, assim, uma experiência personalizada para cada usuário.

Dentro da gestão hospitalar, esse recurso pode ser aplicado para desenvolver uma experiência mais completa e eficiente. Conectando clientes aos portais do paciente, às centrais de atendimento, aos sistemas de agendamento online, entre outros recursos.

Isso permite ter uma gestão hospitalar que centralize os dados de saúde do paciente, contribuindo para que possam acompanhar mais de perto seus cuidados na instituição a qualquer momento, quando mais conveniente. Além disso, durante o atendimento, os profissionais da saúde também poderão ter acesso ao histórico e às demais informações do paciente com simplicidade, a fim de contribuir para um diagnóstico e tratamento de maior qualidade.

2. Internet das coisas

A Internet das Coisas (IoT) faz uso de diversas tecnologias. Tais como sensores e softwares, de modo a conectar automaticamente os dados coletados por todos esses produtos. Com isso, esses dados são capazes de acionar os demais dispositivos, executando, assim, uma ação ou enviando um alerta, por exemplo.

No comércio, os produtos são habilitados para a Internet das Coisas para que a experiência do consumidor melhore. O aplicativo FordPass, permite que os motoristas desbloqueiem seus carros, verifiquem níveis de combustível ou deem partida nos veículos através do smartphone. Da mesma forma, o FordSync integra o dispositivo do motorista ao carro, permitindo, entre outras possibilidades, que se realize comandos de voz enquanto se dirige através do aplicativo.

Mas como a Internet das Coisas pode ser aplicada no setor da saúde, auxiliando, com isso, na gestão do hospital? Um exemplo interessante é que as informações médicas podem ser conectadas aos dados dos smartphones do paciente, otimizando assim programas de tratamento e garantindo um acesso facilitado. Dessa forma, pacientes podem seguir com maior rigor os cuidados determinados, recebendo alertas de doses perdidas e monitorando constantemente sua adesão ao tratamento.

A integração entre vários dispositivos, bem como com os dados que eles coletam e as informações armazenadas do paciente, também pode fornecer informações valiosas para os médicos.

Assim temos uma gestão hospitalar mais eficiente, capaz de atingir e mudar a experiência dos pacientes!

3. Software como serviço (SaaS)

O Software como serviço (SaaS) é um recurso tecnológico hospedado na nuvem e não em um local físico, sendo assim, levado aos usuários finais através da Internet.

São muitas as empresas que fazem uso da ferramenta de Salesforce através do SaaS. Com ela, pode-se gerenciar o relacionamento com o cliente com praticidade e eficiência. Todos os funcionários podem ter acesso à plataforma para consultar ou atualizar informações, de modo a permitir que todos permaneçam em dia com mudanças em tempo real. Ademais, não há taxa de manutenção, entre outras despesas, que são necessárias em softwares tradicionais.

As instituições de saúde estão adotando aplicativos baseados na nuvem a fim de auxiliar na gestão do hospital, a lidar melhor com dos registros eletrônicos, etc. Com dados armazenados uniformemente, é mais fácil, para os médicos acessarem esses dados e aplicá-los para a tomada de decisões clínicas. Assim como acontece com o recurso Omnichannel. Dessa forma, pode-se também sincronizar todas as informações, reunindo os dados de consultas, os laboratoriais, as imagens e demais informações médicas em um só local.

4. Software de gerenciamento de inventário

Gerenciar o inventário manualmente requer planilhas, cálculos precisos e demorados, atualizações constantes, entre tantos outros detalhes que ainda não garantem a precisão do processo. Afinal, pessoas estão sujeitas a cometer erros. Então, é de se esperar que os itens presentes no inventário não correspondam fielmente aos dados registrados.

Todos os tipos de empresas dependem dos inventários para que possam funcionar – seja para prestar um serviço ou para vender um produto. Logo, não é aceitável lidar com um controle de estoque ineficaz que uma hora ou outra acabará prejudicando a organização: a falta gera insatisfação; o excesso gera desperdício.

Assim sendo, a atualização automática de inventário, bem como um monitoramento eficaz que fique de olho em itens com data de validade, por exemplo, são imprescindíveis para que as organizações possam administrar seus negócios com segurança e confiabilidade.

No contexto da gestão hospitalar não seria diferente. Muito pelo contrário: essas instituições se responsabilizam pela vida de outras pessoas, por isso é vital que possam controlar seus inventários sem dificuldades. Monitorando cada um dos itens e garantindo que correspondam às demandas.

Além disso, na mesma linha de pensamento das outras soluções que envolvem a automação, o software de gerenciamento de inventário para hospitais também recolhe dados continuamente. Permitindo que a instituição tome decisões mais inteligentes no que diz respeito aos produtos adquiridos – como sua demanda, variabilidade e inovações.

As maneiras como outras indústrias fazem uso da tecnologia para inovar e se tornarem mais eficientes serão cada vez mais críticas para que os hospitais e suas gestões possam evoluir e melhorar.