Blog

Como a cadeia de suprimentos afeta a experiência dos pacientes?

Quando se trata de aprimorar a experiência do paciente em instituições de saúde, a cadeia de suprimentos não costuma ser o foco. Pelo menos não em um primeiro momento. Contudo, basta pensarmos um pouco para percebermos. Juntamente com outras tecnologias destinadas a trazer eficiência para o atendimento ao cliente, uma cadeia de suprimentos bem estruturada garante que as necessidades dos pacientes sejam uma prioridade cumprida à risca pelo hospital. Algo que, sem dúvida nenhuma, é fundamental para o bem-estar e a satisfação geral.

A otimização das operações da cadeia de suprimentos é geralmente abordada com o objetivo de reduzir custos e trazer eficiência. No entanto, como veremos neste blog, ela possui um papel estratégico essencial para a maior acessibilidade e qualidade do atendimento ao paciente! Confira:

A cadeia de suprimentos: dos fornecedores aos pacientes

Para que pacientes possam ser tratados diariamente, profissionais de variados setores, não apenas médicos e enfermeiros, fazem uso de diversos produtos. Medicamentos, seringas, luvas, máscaras, canetas, papéis, computadores, etc. Os funcionários responsáveis por gerenciar a cadeia de suprimentos, por sua vez, devem manter a instituição abastecida com os itens necessários.

Porém, infelizmente, gerenciar a cadeia de suprimentos envolve mais do que simplesmente garantir que profissionais da saúde tenham luvas suficientes. Afinal, esse processo compreende uma série de etapas, muitas delas realizadas fora das dependências hospitalares.

Primeiramente, a cadeia de suprimentos tem início com o fabricante dos produtos, onde estes são produzidos e podem ser enviados para um centro de distribuição. Depois esses itens são levados para a organização de assistência médica. No armazém, eles são colocados em estoque, disponíveis sempre que necessários.

Não podemos esquecer, no entanto, que, antes da cadeia de suprimentos começar a se movimentar, é preciso que o próprio hospital faça a compra desses suprimentos. É importante fazer essa colocação pois é a partir de então que os produtos adquiridos podem de fato cumprir seu papel dentro da instituição.

É muito provável que ocorra falta de suprimentos ou o excesso dos mesmos caso não haja um controle eficaz sobre o inventário – o que, consequentemente, torna o processo de compra também ineficaz. Ambos devem considerar as demandas de estoque sempre oscilantes presentes nos hospitais. Pois tanto a falta quanto o excesso de itens prejudica a organização.

O acúmulo de produtos em estoque não possui efeitos negativos sobre os pacientes – apenas financeiros. No entanto, em caso de falta, médicos correm o risco de ficar sem produtos essenciais sem os quais o paciente não pode receber seu tratamento.

Gerenciamento da cadeia de suprimentos: Como superar os desafios?

Dada a complexidade da questão, vejamos a seguir algumas soluções pertinentes para um melhor gerenciamento da cadeia de suprimentos.

Acesso facilitado a fornecedores confiáveis

A escolha de fornecedores sempre toma tempo, especialmente se o que se busca é, além do menor preço, uma empresa que se possa confiar e que cumpra sempre com suas responsabilidades. Algo essencial, uma vez que o fornecedor de materiais está no começo da cadeia de suprimentos e, caso não siga um programa de produção e fornecimento bem organizado, é inevitável que as demais operações também sofram por causa disso.

Nesse sentido, diferentes ferramentas automatizadas podem ajudar hospitais a escolherem fornecedores melhores a partir do uso de plataformas que reúnem apenas aqueles que cumprem com exigência básicas. Permitindo, assim, a realização de aquisições de uma forma muito mais transparente, segura e prática!

Software de gestão de inventário

Como já vimos anteriormente, o gerenciamento de estoque pode ser um ponto delicado para a cadeia de suprimento. Para que um inventário seja controlado adequadamente, é necessário ter uma visão completa sobre cada um dos itens armazenados. E isso não inclui apenas saber a quantidade de produtos em estoque e sua relação com a demanda hospitalar. Medicamentos, por exemplo, apresentam data de vencimento. Portanto, além do nível de consumo, o gerenciamento de inventário também envolve o controle sobre itens que possuem uma duração menor e precisam de um cuidado maior do que outros.

A coleta e analise de dados pertencentes a cadeia de suprimentos fornece ótimas oportunidades para se ter uma melhor compreensão sobre cada produto, sua movimentação e demanda. Auxiliando a reduzir o desperdício e estabilizar o estoque para os níveis ideais. O problema, no entanto, é que existe certa dificuldade para que essas informações sejam coletadas e convertidas em relatórios significativos. Uma vez que muitas etapas da cadeia de suprimentos ainda são manuais. Especialmente em instituições de saúde.

Uma gestão de estoque automatizada controla movimentações dos produtos e faz com que a cadeia de suprimentos deixe de ser um processo tão complicado. A gestão ganha uma visão ideal, com todas as informações de que precisa para promover aprimoramentos. Com isso, você pode ajudar a melhorar as estratégias adotadas, ao passo em que também contribui, e muito, para melhorar o serviço prestado aos paciente! O processo como um todo torna-se mais eficiente e a economia é significativa.

Integração

A cadeia de suprimentos, portanto, tem influência sobre todos os departamentos hospitalares. Logo, todos os funcionários da organização, bem como os parceiros que providenciam suprimentos, devem estar em sincronia. Colocá-los na mesma página é um ponto indispensável em uma estratégia complexa que envolve grupos variados. Assim, a otimização do gerenciamento da cadeia não pode acontecer a não ser que todos trabalhem juntos.

Tendo isso em mente, adotar uma comunicação eficiente entre todos os envolvidos é o primeiro passo para evitar que exista defasagem entre as operações. Assim, para aprimorar o planejamento estratégico, também é necessário que ocorra a integração entre as equipes através de sistemas automatizados utilizados por cada uma delas. Uma interface única possibilita que dados sejam compartilhados em tempo real, sem complicações ou atrasos.

Manter o alinhamento entre as responsabilidades de cada uma das partes, beneficia todas as etapas da cadeia de suprimentos, reduzindo custos, aumentando a produtividade dos colaboradores e trazendo segurança para os pacientes!